ATM – introdução:

A sigla ATM é a abreviação da palavra articulação temporomandibular.

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ATM

A articulação temporomandibular é a articulação que conecta o osso da mandíbula (maxilar inferior) aos ossos da base do crânio.

Esta articulação, composta por uma série de estruturas anatômicas, tais como ossos, ligamentos, membranas, cartilagens e músculos, constitui-se numa das articulações mais complexas do corpo humano.

A ATM é bilateral, ou seja, são duas as articulações temporomandibulares (lados direito e esquerdo da face).

Estas articulações são responsáveis pelo contato e pela engrenagem das arcadas dentárias superior e inferior, processo conhecido como oclusão dentária.

 

ATM – Movimentos Mandibulares:

As articulações temporomandibulares, ao serem acionadas pelos músculos que atuam ativamente em seu funcionamento, são capazes de proporcionar à mandíbula a execução de uma variedade de movimentos.

Estes movimentos são responsáveis por funções de extrema importância desempenhadas pelo nosso organismo, como a fonação e a mastigação. 

O aparelho mastigatório, do qual participam a ATM, a mandíbula e músculos da mastigação, dentre outras várias estruturas anatômicas, em situações de normalidade, só entra em funcionamento durante o ato da mastigação, que dura aproximadamente uma hora diária.

Nas demais horas do dia, o sistema mastigatório necessita estar em repouso funcional e manter um pequeno espaço entre as arcadas dentárias, impedindo o contato das superfícies mastigatórias dos dentes superiores e inferiores.

Este contato, entre os atos mastigatórios, acontece em intervalos regulares, somente para realizar a deglutição de saliva.

Durante a posição de repouso da mandíbula, os músculos mandibulares estão em contração mínima, contraídos apenas o suficiente para manter a postura.

Os dentes superiores e inferiores não estão em contato e o espaço entre eles é chamado de espaço funcional livre ou espaço inter-oclusal. Esta condição é importantíssima para o descanso das estruturas que participam da mastigação, protegendo-as de sobrecargas de função, as quais poderiam danificá-las.

Os movimentos da mandíbula são tão complexos como as próprias articulações responsáveis pela sua geração e são controlados pela complexa e delicada interação dos vários músculos que participam de sua composição anatômica.

Tais movimentos podem ser realizados de forma isolada ou conjugada, promovendo o deslocamento da mandíbula para as mais variadas direções:.

  • Depressão: movimento de deslocamento da mandíbula para baixo;
  • Elevação: movimento de deslocamento da mandíbula para cima;
  • Protusão: movimento de deslocamento da mandíbula para frente;
  • Retração: movimento de deslocamento da mandíbula para trás;
  • Lateralização da mandíbula: movimento de deslocamento da mandíbula para os lados;
  • Circundação:  movimento resultante da combinação de todos os anteriormente descritos.
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    Dr. Apeles Lemos

 

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